terça-feira, 24 de novembro de 2020

Clarice Lispector

"Há momentos na vida em que sentimos tanta a falta de alguém que o que mais queremos é tirar essa pessoa de nossos sonhos e abraca-la."
 - Clarice Lispector 
Postado por  Uchôa Souza 

Depois de tudo

De tudo ficaram três coisas:
A certeza de que estamos sempre a começar...
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar. 
Por isso devemos:

Fazer da interrupção um caminho novo...
Da queda um passo de dança... 
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...
Da procura, um encontro.
              - Fernando Pessoa
Publicado por Uchôa Souza 

segunda-feira, 23 de março de 2020

Diário de bordo - 8

Meu diário de bordo.
Diário de bordo, planeta Terra, nave casa, direção ao rumo da salvação.
Hoje faz oito dias que não saio de casa.
A última vez foi para comprar comida e já sai com medo. Foi perto de casa.
Esses dias têm sido difícil, o medo devagar chegou em mim e agora somos dois. Não demostro muito, mas tá ficando difícil disfarçar. 
Os dias tão passando e contando. Estou sem trabalhar no meu serviço,  apesar de eu já trabalhar em casa, mas meu serviço vem de fora e o comércio fechou, então, agora é fazer serviços domésticos, ver Tv, ler, ouvir música, costurar, conversar pela internet e com os estão comigo, estou aproveitando o tempo para arrumar, organizar "coisas" que precisão ser revisadas, é bom, você faz uma viagem no tempo.
Hoje, acordei um pouco mais cedo e estava um pouco frio, choveu  desde a madrugada e a cidade está alagada, é triste ver o povo sofrer com tudo isso, além do terror que todos nós estamos passando com esse vírus. Novamente estamos vivendo uma Pandemia,  a última foi em 2009/10 que foi a H1N1 uma gripe aviária que surgiu no México e se espalhou no mundo.Lembro como hoje que foi séria, mas não tanto assim como essa agora. E messmo assim a humanidafe não aprendeu a lição e continuou fazendo as coisas erradas; não lavou bem as mãos,  não fez saneamento básico (governantes) não cuidou dos jardins e quintais. Culpas a parte!
E estamos novamente em guerra com algo tão pequeno que não vemos a olho nu, mas ele nos vê,  ataca, machuca e mata.
E a humanidade sempre negliciando e se achando superior. Acredito que dias melhores virão, quem sabe com um ser humano melhor?
A guerra está ainda no começo.  Hoje fiz limpeza no computador e vi fotos antigas que me lembraram de tempos tão bons e senti saudades.
A viagem continua em busca da cura e do controle, devemos continuar confinados, e esperar ver um novo raio de Sol.
Postagem e foto de Francisca Uchôa Souza 

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Sião - Uchôa Souza

Sião

Meu Anjo querido
Meu Anjo guardião
Foi em um grande perigo
Que te conheci, em meio à escuridão.

Andavas desde sempre comigo
Nunca lhe dei ouvidos e atenção
Hoje meus pensamentos vivem contigo
Não importa o momento e nem a ocasião

Sei que a mim perdoou
Hoje não tenho mais desatinos
Tua paz e serenidade em mim gravou
E contigo também sempre estou

Meu Anjo querido
Meu Anjo salvador
Sião é teu nome
Sião meu grande amor.

Poema e postagem de Francisca Uchôa Souza, 


segunda-feira, 22 de abril de 2019

Eu que pintei Xl - Praia da Ponta Negra

Praia da Ponta Negra

Praia de rio perene, de água doce e negra, é um importante cartão-postal da cidade e o principal local para contemplação da natureza na área urbana de Manaus.
Em 1992, começou a receber aparelhamento turístico, tornando-se point de grandes eventos, manifestações populares e locais para prática de esportes e lazer.
Possi 2 quilômetros de calçadão, bares, lanchonetes, tacacás e restaurantes. E quadras de vôlei de praia, pista de skate, chafariz e a belíssima vista para o rio, que nesse trecho tem 10 quilômetros de largura.
Em uma cidade que cresceu de costas para o Rio Negro, a Ponta Negra é um dos locais onde é possível admirar a beleza da orla fluvial de Manaus. Do outro lado, margeando o rio, o paredão verde da floresta amazônica se ergue, emoldurando a paisagem.

Texto de Robério Braga, tirado do Livro para colorir Conhecer para Cuidar, pág., 22.
Postagem e pintura de Francisca Uchôa Souza

Foto tirada no Google G1 portal de noticias da Globo




segunda-feira, 25 de março de 2019

Da série eu que pintei X - Ponte Jornalista Phelippe Daou (Rio Negro)

Ponte Jornalista Phelippe Daou (Ponte Rio Negro)

Conhecida primeiramente como Ponte Rio Negro, situada na Rodovia AM-070, s/n. Manaus – AM.
É uma ponte que atravessa o Rio Negro para ligar a capital Manaus ao município de Iranduba. Hoje faz parte também de um dos pontos turísticos da cidade de Manaus juntamente com o Teatro Amazonas e tantas outras atrações.
Sua construção começou em 2007 e enfrentou grandes desafios, como a profundidade do rio Negro como também a grande velocidade de suas águas, tornando assim a construção um grande desafio.
Tem 3.6 quilômetros de comprimento, 20.70 metros de largura no trecho convencional, mais 22.60 metros na parte estaiada, com quatro faixas para tráfego de veículos, duas em cada sentido. Tem também faixa de passeio para pedestres nos dois lados, permitindo assim cruzá-la caminhando.
Com uma bela visão panorâmica do magnifico e impressionante rio Negro, o maior rio de águas negras do mundo, que está em sua plenitude no fim da cheia, por volta do mês de junho.
Em 21 de fevereiro de 2017 a ponte Rio Negro passa a ser chamada Ponte Jornalista Phelippe Daou, mediante ao decreto estadual – 37.646 de 21/02/2017.

Fonte- Wikipédia, Google, livro para colorir Conhecer para Cuidar,

Pág. 20.
Trechos de texto de Robério Braga.

Foto- pesquisa Wikipédia e desenho do livro para colorir Conhecer para Cuidar, pintura de Francisca Uchôa Souza.

Postagem de Francisca Uchôa Souza

sexta-feira, 8 de março de 2019

Razões

Lucy não aguentava mais. Aquela situação estava não aborrecendo só sua paciência, mas também sua vida. Sentia-se encharcada de raiva, e isso ela não gostava de sentir. Queria resolver de uma vez sua vida e não podia mais esperar. Quando Jorge colocou seus pés no quarto ela foi logo gritando:

- Não quero mais viver com você! Saiba que custei muito para tomar essa decisão. E não me diga que não estava preparado para essa discussão.
Jorge não teve tempo de responder, pois Lucy abriu uma barragem de acusações que ela tinha todo direito de questionar:

-Estou cansada, acabou, era isso que você queria? Pois conseguiu.

-Eu quero viver o amor que sempre sonhei e esperei de você, mas não veio.

-Agora ele chegou, e não posso mais negligenciar minha felicidade.

Trecho do livro Razões

Escrito e postado por Francisca Uchôa Souza

Razões

Quando Lucy saiu do prédio deixando Jorge sozinho no apartamento sentia que havia esvaziado sua vida, sentia-se leve o suficiente para não ter consciência pesada.
Foi andando até chegar a uma pracinha, a noite estava fria e silenciosa, ainda não era muito tarde, mas muitos que ali frequentavam já não mais estavam. Sentou-se em um banco já gasto pelo tempo que ficava sob uma árvore que as folhas anunciavam a chegada do outono.
Lucy fechou os olhos e colocou sua cabeça repousada no encosto do banco. Precisava daquele momento, queria muito que as coisas não tivessem chegado aonde chegou, lutou por alguns anos, meses, e por fim viu que não teria mais solução. Achava que nunca teria coragem de deixar Jorge, era o amor de sua vida, era o que queria, eram sonhos, desejos e lutas, só que percebera que não podia mais amar por dois.
Jorge mudara ou será que ele sempre fora assim? Meu Deus! Será?
Lucy não queria pensar agora naquilo, o que ela queria mesmo era ter a certeza que quando voltasse para casa não encontraria mais Jorge e vir nele suas possibilidades de ser feliz com alguém jogada pelo chão.
Lucy precisava de seu apartamento livre do passado e de um amor que acabou e nada agora mais interessava. Por um instante sentiu um frio, mas se agasalhou e pensou em Henrique.
Henrique apesar de ser passado, agora era presente. Presente em seus pensamentos e lembranças restava saber se deveria ser presença novamente em sua vida. Ela já tinha como perdido aquele relacionamento um tanto conturbado e penoso para ela. Por não mais aguentar tanto sofrer recorreu a Deus, sim, Deus. Pedira a Ele e a tudo que fosse divino que tirasse Henrique de sua vida, de seus pensamentos, de seus dias, de seu coração. Acalmou-se, quietou-se e esperou um milagre. Um dia, Lucy acordou e como sempre foi logo ao banheiro e olhou-se no espelho e percebeu que estava só. Sim, sozinha! Não sentiu e nem viu mais a imagem refletida de Henrique por detrás dela. Sentiu algo estranho, um libertar e um vago imenso na alma. Lavou o rosto, enxugou-o com força apertando bem os olhos para que tivesse certeza que estava acordada. Olhou-se novamente e agora bem nitidamente via-se sozinha, mesmo assim limpou o espelho com a manga da blusa para ter a certeza do que via.
E assim, descobriu o milagre realizado. Henrique partira, sumira, fora expulso de sua vida. E por que aquela sensação de vazio? 

Trecho do livro Razões

Escrito e postado por Francisca Uchôa Souza

domingo, 9 de setembro de 2018

Salgado

A noite ainda estava um pouco longe de chegar e Helen sabia que tinha que continuar aquela rotina dura que era sua vida. Estava quente e abafado o suor descia pelo seu rosto e algumas gotas se depositavam no canto direito de sua boca, fazendo-a sentir o gosto salgado de sua vida.

- Texto e postagem de Francisca Uchôa Souza 

Não o abandonou

Ela sempre amou aquele homem, sempre por ele sofreu, e mesmo assim, quando percebeu que ao seu mundo não pertencia, não o abandonou.  - Uchôa Souza 

Citação e postagem  de Francisca Uchôa Souza 

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Amores

"Existem alguns amores para serem sentidos
 E não vividos!"

 Postagem e frase de Francisca Uchôa Souza

quarta-feira, 28 de março de 2018

Estrelas

Estrelas


Se um dia encontramos alguém que tanto amamos e juntos viramos estrelas num céu escuro de uma noite de verão, para brilharmos para alguém que nos olha e acredita e confia na esperança. Seremos felizes, fazendo a felicidade. -Uchôa Souza-
Texto e postagem de  Francisca Uchôa Souza 

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Anjo

E ela orou: "Senhor Deus, permita que meu anjo fique comigo,


nesses meus últimos tempo.

Preciso me remediar e sarar minha alma antes de partir.

Quero ir melhor do que vim,

e meu anjo será mais do que meu guia, 

será minha ponte para chegar a Ti."


Escrito e postado por Francisca Uchôa Souza 

Ir

E por que ela não tinha mais par onde ir,


decidiu ficar. E ficou.

Resolveu que só sairia dali

quando fosse para outro estar.

Escrito e postagem de Francisca Uchôa Souza

Um amor de tempos

Ela sempre amou aquele homem, sempre sofreu por ele, 

e mesmo quando percebeu que ao seu mundo nunca pertenceu,

não o abandonou

Foi assim em outro tempo.

Foi assim neste também.

Um amor sempre paralelo,

Um amor sempre de tempos.


Texto e postagem de Francisca Uchôa Souza

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Silêncio, nada e além...

Silêncio, nada e além...

Gosto do silêncio, mas faz tanto tempo que não o escuto, não o vejo e nem o sinto.
Escuto o silêncio quando dele vem à paz e nele está inserido o meu quietar.
Vejo o silêncio quando olho para o nada e nele vejo a tranquilidade do não me preocupar.
Sinto o silêncio quando escuto e o vejo em volta de mim e nada pode encostar.
 Ultimamente tem sido tempos difíceis e o nada se transformou em tudo.
Tudo que é visceral, e por isso, uma onda de barulho levou o silêncio para longe de mim. E hoje, os dias correm em meio a turbilhões de grandes e pequenas emoções, muitas vezes rasgando noites e entrando em algum silêncio perdido na madrugada, enquanto alguns dormem e outros ficam em busca do silêncio de sua alma.
Gosto da noite, aquela hora que você se ajeita em meios a lençóis e travesseiros, em um todo do seu amor e depois de tanto repuxa cá e lá, consegue se chegar e sentir que um pouco do silêncio do nada e da escuridão, juntos estão.
Não a escuridão da ausência da luz e sim dos descansos das almas. Ouvi falar que as almas gostam das sombras, das penumbras, do quietar. A minha gosta!
Almas que precisam sentir paz e até saudades. Saudades boas e também umas tristes.
A tristeza muitas vezes é preciso para lembrar-nos que é bom ter saudade de tudo que se foi e marcou quando por nós passou.
E mesmo sendo a saudade uma dor é bom sentir para saber que devemos sim, voltar, voltar para alguém ou para algum lugar de onde não deveríamos ter saído, mas foi necessário, foi preciso.
Uma vida que vive turbulências sabe ter fé e que um dia tudo vai passar e a paz junto com o silêncio um dia vão chegar a um novo tempo de começar.
Sonhar em descanso em meio o silêncio com o nada para temer com razões para viver.
Gosto do silêncio e quando o tenho fecho os olhos e entre nevoas e acalentos você aparece me fazendo tanto bem. O nada que também tanto gosto, junto vem, trazendo imagens e sussurros que se perdem no silêncio do além...


Texto e postagem de Francisca Uchôa Souza




quinta-feira, 6 de julho de 2017

Eu que pintei - VIX- Largo de São Sebastião

Largo de São Sebastião
O que se conhece hoje como Largo de São Sebastião foi uma antiga roça do português Antônio Braga, que vendeu parte do terreno para a construção do Teatro Amazonas.
O Teatro, originalmente, ia ser construído na avenida Eduardo Ribeiro, mas precisou de uma área mais sólida, de terra mais firme.
O projeto, portanto, foi deslocado para a área que está o Largo de São Sebastião.
 O largo foi, então, por um médico paraense chamado Antônio David Vasconcelos Canavarro. Nele, há importantes monumentos como o de abertura dos Portos, localizado bem no meio do Largo, erguido em homenagem à abertura dos portos do Brasil para o livre comércio com países.
Quanto ao piso do largo de São Sebastião, em linhas ondulares, todo em preto e branco, é uma alusão ao Encontro das Águas. O mesmo padrão também está no calçadão da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, mas Manaus foi quem construiu primeiro. Outros monumentos ao redor do Largo são o próprio Teatro Amazonas, Igreja de São Sebastião e o Palácio da Justiça.
Hoje, fazem parte da programação do Largo o Projeto o Projeto Circo na Praça, o Projeto Arte por toda parte, além das brincadeiras infantis.
Também são realizadas diversas apresentações musicais, espetáculos de danças e teatrais e o Projeto Tacacá na Bossa.

Texto de Robério Braga- Do livro para colorir, Conhecer para Cuidar, página, 18.

Postagens de Francisca Uchôa Souza.



Foto de Francisca Uchôa Souza

Eu que pintei - VIII - Palacete Provincial

Palacete Provincial

O Palacete Provincial está nas fotos mais antigas da cidade de Manaus, no que era antes largo do aterro, hoje avenidas Getúlio Vargas, Floriano Peixoto e Praça Heliodoro Balbi.
Foi construído, em 1861, para ser a residência do Capitão da Guarda Nacional, Custódio Pires Garcia. Depois de morrer, o palacete foi comprado pelo presidente da província do Amazonas, José Bernardos Michelles, que tinha a intenção de transformá-lo em Paço Provincial.
Em 25 de março de 1874, as obras foram concluídas. Daí, o Palacete Provincial passou a abrigar, simultaneamente, várias repartições públicas como a Assembleia Provincial, a Repartição de Obras Públicas, a Biblioteca Pública, o Liceu Provincial. Apenas em 28 de fevereiro de 1875 aconteceu a sua inauguração oficial.
No Governo Eduardo Ribeiro, em 1895, o Palacete virou Batalhão de Policia Militar. Em 2002, foi transferido para a Secretaria do Estado da Cultura.
Restaurado em 2009, voltou à denominação original.
No alto da parede original do edifício, podem ser vistos medalhões de registro dos grupamentos de policia militar das demais unidades da federação brasileira, com as denominações existentes em 1895.

Texto de Robério Braga – Do livro para colorir, Conhecer para Cuidar, página, 16.

Postagem de Francisca Uchôa Souza.


Foto do Google 

Eu que pintei - VII - museu Casa Eduardo Ribeiro

Museu Casa Eduardo Ribeiro

O governador Eduardo Ribeiro tinha dois imóveis residenciais: uma chácara nas imediações onde está a Arena da Amazônia, mais precisamente onde foi o Hospício “Eduardo Ribeiro,” e a casa no Centro da cidade, na Rua José Clemente, onde é o Museu Casa Eduardo Ribeiro.
O prédio foi restaurado pelo Governo do Amazonas e inaugurado em 18 de março de 2010 como Museu.
Hoje, a Casa Eduardo Ribeiro recupera a história pessoal, militar e administrativa do maranhense, considerado o grande transformador da capital amazonense, mobiliada tal como está no inventário publicado nos jornais de Manaus na época do falecimento do governador, em outubro de 1900.
Possui uma exposição permanente de mobiliário residencial de época, objetos de uso pessoal e de arte que procuram recriar o modo de vida do final do século 19 e inicio do 20, época em que viveu Eduardo Gonçalves Ribeiro. As salas e aposentos tomam o nome de fatos e personagens considerados relevantes na vida do ex-governador e de seus antigos proprietários.

Texto de Robério Braga – do Livro para colorir, Conhecer para Cuidar, página, 14.

Postagem de Francisca Uchôa Souza



                                           Foto tirada do Google.

domingo, 12 de março de 2017

Amo-te! Silêncio!

Amo-te! Silêncio!


E sei sei que não poderei viver sem ti.

Amo-te!

E sei que não posso te ter. 

Amo-te! 

E sei que deve ser um amor silencioso. 

E por isso, não posso dizer- te. 

Ficar calado, guardado. 

Só sentido.

Amo- te! 

Silêncio! 

Amo- te! 

Poesia e postagem de  Francisca Uchôa Souza.